Coloque-se na cama fria, ou na mesa posta no café da manhã que sempre falta você. Beba do meu café, desfrute dos meus beijos, prove de cada parte do meu corpo e durma em cada canto da casa. Me abrace sem dó, momento ou relevância, viva agarrada na minha cintura. Encontre-se, procure-me e me ache, eu que ando tão de baixo do seu nariz. Me prove, me beije, me ame, faça tudo que me faça ficar perto de você. (Sem açúcar, por favor.)

Coloque-se na cama fria, ou na mesa posta no café da manhã que sempre falta você. Beba do meu café, desfrute dos meus beijos, prove de cada parte do meu corpo e durma em cada canto da casa. Me abrace sem dó, momento ou relevância, viva agarrada na minha cintura. Encontre-se, procure-me e me ache, eu que ando tão de baixo do seu nariz. Me prove, me beije, me ame, faça tudo que me faça ficar perto de você. (Sem açúcar, por favor.)


Suplica-se mais do que um abraço casual ou dois beijinhos na rosto. Necessita-se de um bom dia todo dia, ou um sorriso enorme, um abraço quente e um beijo mil vezes mais; assim como palavras mais ternas que qualquer canção de amor. Precisa-se de mais de mil anos de você pra me satisfazer, mais de milhões de beijos pra me fazer soltar de você. (Sem açúcar, por favor.)

Suplica-se mais do que um abraço casual ou dois beijinhos na rosto. Necessita-se de um bom dia todo dia, ou um sorriso enorme, um abraço quente e um beijo mil vezes mais; assim como palavras mais ternas que qualquer canção de amor. Precisa-se de mais de mil anos de você pra me satisfazer, mais de milhões de beijos pra me fazer soltar de você. (Sem açúcar, por favor.)

(Source: semacucarporfavor)

Completa inércia. Se eu não beijo tu não beija, se eu não ligo tu não liga, se eu não falo tu não fala, se eu não amo: Só Deus sabe se tu é capaz de me amar. (Sem açúcar, por favor.)

Completa inércia. Se eu não beijo tu não beija, se eu não ligo tu não liga, se eu não falo tu não fala, se eu não amo: Só Deus sabe se tu é capaz de me amar. (Sem açúcar, por favor.)

Não descordo e não desminto, não duvido que é verdadeiro quando você fala de amor, só duvido que ainda seja sobre mim. (Sem açúcar, por favor.)

Não descordo e não desminto, não duvido que é verdadeiro quando você fala de amor, só duvido que ainda seja sobre mim. (Sem açúcar, por favor.)

Suplica-se mais do que um abraço casual ou dois beijinhos na rosto. Necessita-se de um bom dia todo dia, ou um sorriso enorme, um abraço quente e um beijo mil vezes mais; assim como palavras mais ternas que qualquer canção de amor. Precisa-se de mais de mil anos de você pra me satisfazer, mais de milhões de beijos pra me fazer soltar de você. (Sem açúcar, por favor.)

Suplica-se mais do que um abraço casual ou dois beijinhos na rosto. Necessita-se de um bom dia todo dia, ou um sorriso enorme, um abraço quente e um beijo mil vezes mais; assim como palavras mais ternas que qualquer canção de amor. Precisa-se de mais de mil anos de você pra me satisfazer, mais de milhões de beijos pra me fazer soltar de você. (Sem açúcar, por favor.)

Os seres humanos estão condenados a duas coisas: Ilusão e ignorância. Ilusão de superioridade e conhecimento e a ignorância perpétua por toda sua tola ilusão.

— (Sem açúcar, por favor.)

15th May, TuesdayReblog
Vamos descobrir o que é amor, e sendo assim, vamos amar incondicionalmente. Sem ter medida ou limite, sem nem mesmo procurar motivos ou razão. Vamos largar mão do racional, se entregar ao emocional e deixar tudo fluir. Vamos mais do que nunca amar do jeito mais verdadeiro. Vamos andar de mãos dadas, e se deitar pra contar estrelas tão poucas no céu. Vamos abraçar quando houver vontade e beijar quando houver desejo, vamos brigar só pra que isso termine em beijo. Deixa ser frio se eu tiver você pra abraçar, deixa ir embora se você me levar contigo, deixa tu ser tu e eu ser eu, porque só te amo assim, do seu jeito de ser. Que seja pra dançar sem música, ou pra melar teu nariz de sorvete, que seja pra ver aquele filme antigo pela milésima vez e escutar aquelas bandas que só a gente gosta. Que seja pra ficar grudada e passar a madrugada acordada, conversando ou calada só de cafuné e carinho. Vou cuidar de você, e pedir pra Deus que se tudo acabe: Só me sobre você, que Ele só me deixe você pra amar. (Sem açúcar, por favor.)

Vamos descobrir o que é amor, e sendo assim, vamos amar incondicionalmente. Sem ter medida ou limite, sem nem mesmo procurar motivos ou razão. Vamos largar mão do racional, se entregar ao emocional e deixar tudo fluir. Vamos mais do que nunca amar do jeito mais verdadeiro. Vamos andar de mãos dadas, e se deitar pra contar estrelas tão poucas no céu. Vamos abraçar quando houver vontade e beijar quando houver desejo, vamos brigar só pra que isso termine em beijo. Deixa ser frio se eu tiver você pra abraçar, deixa ir embora se você me levar contigo, deixa tu ser tu e eu ser eu, porque só te amo assim, do seu jeito de ser. Que seja pra dançar sem música, ou pra melar teu nariz de sorvete, que seja pra ver aquele filme antigo pela milésima vez e escutar aquelas bandas que só a gente gosta. Que seja pra ficar grudada e passar a madrugada acordada, conversando ou calada só de cafuné e carinho. Vou cuidar de você, e pedir pra Deus que se tudo acabe: Só me sobre você, que Ele só me deixe você pra amar. (Sem açúcar, por favor.)

- As Mais Imperfeitas Histórias de Amor - Valentina pensando em Álvaro Henrique.

Eu sabia que era clichê pensar desse modo, mas eu o odiava, e como odiava. Odiava o jeito que olhava pra mim, e até quando coça a barba mal feita enquanto pensa, odiava se me fazia rir ou me dava vontade de gritar, odiava qualquer sentimento bom ou ruim que ele arrancava de mim. E pra cada situação, criava um “eu” diferente só pra agradar ou o fazer sorrir, talvez pra arrancar dele algo também. Mas eu andava cansada de saber cada passo seu, sentia falta de suas surpresas, palavras carinhosas e flores no decorrer do dia. Andava cansada de saber cada detalhe dele e de mim, de nossos comportamentos, olhares e “eu te amo” ditos como de costume. Cansada de quando me beijava e me abraçava como se fosse coisa de rotina, como quem acorda de manhã e lava o rosto. Odiava nossos movimentos mecânicos e como tudo parecia frio e calculista, odiava ainda mais por odiar alguém que eu amava tanto. Era coisa pouca né? Não tô pirando o cabeção nem nada, eu só queria não me sentir entediada com quem eu tanto amo e amo tanto. Queria não saber qual camisa ele usaria de manhã, o que pediria na creperia que eu tanto gosto, ou que história engraçada contaria pros amigos bêbados. Queria não saber que ele chegaria em casa, beijaria minha testa, deixaria a chave do carro jogada no chão, abriria a geladeira, beberia a cerveja cara que ele tanto gosta e fosse dormir ainda com camisa social e com cheiro de papel de escritório. Vez ou outra era bom que ele chegasse me abraçando ou perguntando que livro eu estava lendo, talvez se me colocasse nos braços e me girasse como nos filmes que ele sabe que eu gosto. Vez ou outra era muito bom ouvir um “Oi Valentina, tudo bom meu amor?” ou um “Olá meu amor, como foi seu dia?”. Gostaria que ele não manchasse minha mesa de madeira americana, ou que não falasse mal dos meus velhos LP’S do Frank Sinatra e Elvis Presley. E qual o problema se eu ainda choro porque o Elvis morreu, hein? Eu o amava, porra! Álvaro não tem que julgar meu amor e saudade por Elvis Aaron Presley. E ele sabe, sabe muito bem como eu o olho quando me sinto incomodada, e como hoje em dia me sinto até mal amada. Sei que todo esse blábláblá de que ele-me-ama-sim é verdade, mas e esse negocio de sentir, hein? Costumava acreditar que amor não se fala, nem se toca ou se vê. O amor se sente quando se olha nos olhos, ou quando eu ouvia teu coração acelerar quando eu deitava no seu peito… O amor eu sentia quando você segurava minha mão com força, ou quando me chegava com alguma flor que você achou enquanto voltava do trabalho. Você sabe como eu adoro flores, sabe como eu me derreto com uma simples jasmim, só por ter lembrado de mim assim, que fico quem casa tão só… Eu adorava quando me puxava com força, ou me beijava de surpresa e cochichava no meu ouvido que me amava. Adorava quando você recitava meu poema favorito de Pablo Neruda, não importa quantas vezes eu já o tivesse ouvido. E realmente amava quando você assistia todos os filmes que eu gostava e lia os livros que eu lia, simplesmente pra poder conversar comigo sobre eles. Gostava do aconchego, e o companheirismo na beira da praia de madrugada quando a gente saia pra caminhar na areia molhada, só pra te abraçar no vento frio. Gostava de quando você se aproximava, deitava a cabeça no meu colo e penava por um cafuné, enquanto me escutava repetir as falas daquele meu filme favorito que eu já vi umas 200 vezes. Gostava de tantas coisas, adorava quase tudo, e amava somente você. Amava cada segundo que a gente passava junto, ou cada segundo que assim se passou. Mas é ai que a gente vê que o amor é isso não é? Perder a graça, chorar, espernear, discutir e se pegar entre beijos e lembranças de momentos engraçados. Era isso que eu queria do meu Álvaro, meu bem: Que voltássemos a ser quem nós éramos, que voltássemos a cantar Cazuza tão alto até que os vizinhos reclamassem, que ele não fosse mais tão robótico e que eu não permitisse mais que ele fosse assim. Eu estava presa a meus e seus momentos, aquelas coisas que vinham de dentro e ficavam trancadas por lá mesmo. Tinha que parar de ser egoísta, tinha que correr atrás, chegar lá e gritar “ME OLHE, ME AME, ASSISTA FILMES DO WHOODY ALLEN COMIGO!”. Porque era isso que faltava, certo? Valentina soltar os “eus” e gritar seus sentimentos como nunca gritou, buscar por Álvaro como nunca buscou.

17th April, TuesdayReblog
semacucarporfavor:

Era difícil, muito difícil, complicadíssimo, quase impossível. Era apenas eu, sem mim, sem você, sem ninguém. Era qualquer coisa, ou uma pequena esperança, ou uma coisa qualquer. Era entrar em desespero depois de qualquer calmaria, e mal se sustentar com meu próprio ser. Procurava meu único jeito de tirar forças de onde não havia nada, e espremer dos meus próprios ossos e olhos motivos pra continuar. (Sem açúcar, por favor.)

semacucarporfavor:

Era difícil, muito difícil, complicadíssimo, quase impossível. Era apenas eu, sem mim, sem você, sem ninguém. Era qualquer coisa, ou uma pequena esperança, ou uma coisa qualquer. Era entrar em desespero depois de qualquer calmaria, e mal se sustentar com meu próprio ser. Procurava meu único jeito de tirar forças de onde não havia nada, e espremer dos meus próprios ossos e olhos motivos pra continuar. (Sem açúcar, por favor.)

Era difícil, muito difícil, complicadíssimo, quase impossível. Era apenas eu, sem mim, sem você, sem ninguém. Era qualquer coisa, ou uma pequena esperança, ou uma coisa qualquer. Era entrar em desespero depois de qualquer calmaria, e mal se sustentar com meu próprio ser. Procurava meu único jeito de tirar forças de onde não havia nada, e espremer dos meus próprios ossos e olhos motivos pra continuar. (Sem açúcar, por favor.)

Era difícil, muito difícil, complicadíssimo, quase impossível. Era apenas eu, sem mim, sem você, sem ninguém. Era qualquer coisa, ou uma pequena esperança, ou uma coisa qualquer. Era entrar em desespero depois de qualquer calmaria, e mal se sustentar com meu próprio ser. Procurava meu único jeito de tirar forças de onde não havia nada, e espremer dos meus próprios ossos e olhos motivos pra continuar. (Sem açúcar, por favor.)